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Roteiros de Ibimirim

Atrativos Naturais

Serras

Serra do Quiridalho
Localização: Sítio Quiridalho
Acesso:
Ponto de referência: sede do município
Distância 67 km
Vias de acesso: sair pela BR-110 no sentido Arcoverde por 26 km e entrar, à direita, na estrada vicinal do Puiú até o seu povoado. Seguir pela estrada do Quiridalho por 9km e caminhar por mais 2km até a serra.
Transporte: carro de aluguel / auto passeio
Descrição do atrativo:
Com o seu eixo, orientado na direção Nordeste/Sudoeste, a Serra do Quiridalho trata-se de uma formação arenítica, com trechos que variam entre 20m e 50m de altura. Por quase toda a extensão de sua face sudeste aparecem abrigos naturais e cavernas, onde há ocorrência de inúmeras inscrições rupestres com tonalidades ocre e amarelo. As exóticas formas esculpidas pela erosão no arenito complementam a sua ambiência. A vegetação do entorno do atrativo é dominada por uma caatinga arbustiva; já em suas encostas tem-se bromélias, cactáceas e algumas trepadeiras. Recomenda-se visita acompanhada por guia local.

Pedras

Pedra dos Caldeirões
Localização: Sítio dos Caldeirões
Acesso
Ponto de referência: Aldeia de Nazário
Distância: 6 km
Vias de acesso: pegar a estrada da Serra do Perequito, vicinal, por 5km e caminhar por cerce de 800m até o atrativo.
Descrição do atrativo:
Pequena formação bastante curiosa por se tratar de uma aglomerado de rocha metamórfica desenhadas naturalmente com a coloração de alguns minerais. Os moradores chegam a dizer que a coloração trata-se de pinturas rupestres, todavia, do ponto de vista geológico, a coloração que ganham algumas formas, nada mais é do que o resultado da reação de minerais, em função do intemperismo circundado por uma exuberante vegetação de caatinga. O local abriga um cruzeiro de madeira de cerca de 1,50m e é cenário da cerimônia indígina toré.

Pedra Furada
Localização: Aldeia Maniçoba
Acesso
Ponto de referência: sede do município
Distância: 57 km
Vias de acesso: saída no sentido Arcoverde, em estrada pavimentada, após 26 km pegar a direita a estrada vicinal do Puiú e seguir por mais 31 km.
Descrição do atrativo:
Local dotado de grande beleza, a Pedra Furada traduz-se em uma escultura natural, ocasionada pela erosão eólica (a partir da ação dos ventos). A paisagem bastante marcante começa a apresentar-se desde o acesso ao atrativo, onde se vê carros de boi bastante rústicos transportando pessoas, água, madeira e palma. Ainda no percurso, tem-se pequenas indústrias de água mineral e grandes paredões rochosos sedimentares, esculpidos pela erosão. A rocha que tem a forma de um grande arco está situada na bacia sedimentar tucano-jatobá. Sendo o atrativo principal de uma ambiência marcada por grandes paredões sedimentares, o local abriga várias espécies da vegetação de caatinga, tais quais: xique-xique, quipá, velame, caruá, entre outras espécies.

Rios/riachos/canais/lagos/lagoas/caldeirões/banhos

Lagoa do Puiú
Localização: Povoado do Puiú
Acesso
Ponto de referência: sede do município
Distância: 46 km
Vias de acesso: sair pela BR-110 no sentido Arcoverde por 26 km e entrar, à direita, na estrada vicinal do Puiú por mais 20 km
Transporte: carro de aluguel / auto passeio
Descrição do atrativo:
Com mais de um quilômetro de extensão e largura superior aos 400m, a lagoa tem algarobas em sua margem (árvore bastante presente na região). Complementam a sua vegetação, trechos de caatinga arbustiva, algumas fruteiras, palmáceas e cultivos de subsistência. Nos períodos de seca, apresenta-se com uma superfície plana de coloração avermelhada, nos períodos chuvosos, formam-se pequenas praias que a população utiliza para banho. É curioso o fenômeno de que em sua margem esquerda, suas águas apresentam-se com um teor de salinidade bastante alto formando, inclusive, pequenas pedras de sal. Enquanto em sua margem direita, a água encontra-se “doce”. Há ocorrência de pesca artesanal com capturas de tilápias. Próximo ao atrativo tem-se o povoado do Puiú.

Grutas/cavernas/furnas

Caverna da Serra do Quiridalho
Localização: Sítio Quiridalho
Acesso
Ponto de referência: sede do município
Distância: 67 km
Vias de acesso: sair pela BR-110 no sentido Arcoverde por 26 km e entrar, à direita, na estrada Vicinal do Puiú até o seu povoado. Seguir pela estrada do Quiridalho por 9 km e caminhar por mais 2 km até a serra.
Transporte: auto-passeio / carro de aluguel
Descrição do atrativo:
Situada na face sudoeste da serra do Quiridalho, apresenta abertura ogival com uma largura de aproximadamente 15m. No seu interior o piso é plano e em areia, com suas paredes apresentando ranhuras e cavidades, além de inscrições rupestres. Seu entorno é marcado por exóticas formações esculpidas no arenito e por uma vegetação de caatinga arbustiva, além de bromélias e cactáceas dispostas ao longo encosta da serra. Recomenda-se que a visita seja realizada com a ajuda de guia local.

Furna da Lagoa do Puiú
Localização: povoado do Puiú
Acesso
Ponto de referência: sede do município
Distância: 46 km
Vias de acesso: sair pela BR-110 no sentido Arcoverde por 26 km e entrar, à direita, na estrada vicinal do Puiú por mais 20 km
Transporte: carro de aluguel / auto passeio
Descrição do atrativo:
Escavada em uma formação arenítica, seu interior tem formato alongado com aproximadamente 15m de fundo por 7m de largura e 1,80m de altura. Suas paredes mostram as camadas dos sedimentos que deram origem ao arenito. Segundo moradores locais trata-se de um antigo cemitério indígena. É possível percorrer todo o seu interior com boa luminosidade. Seu entorno é marcado por uma vegetação de caatinga arbustiva e pela lagoa do Puiú. Recomenda-se que a visita seja acompanhada por um guia local.

Furna do Capu
Localização: povoado do Puiú
Acesso
Ponto de Referência: sede do município
Distância: 48 km
Vias de acesso: sair pela BR-110 no sentido Arcoverde por 26 km e entrar, à direita, na estrada vicinal do Puiú e seguir por mais 22km até o atrativo.
Transporte: carro de aluguel / auto-passeio
Descrição do atrativo:
Situada em uma formação desenvolvida no arenito, seu salão apresenta uma largura aproximada de 9m por 8m de fundo e 3m de altura, sendo sua abertura de forma arqueada. O seu interior é formado por um piso em areia e suas paredes apresentam-se tomadas por ranhuras, e pequenas cavidades. É possível percorrer todo o seu interior com boa visibilidade. Sua ambiência é formada pela lagoa do Puiú e por uma vegetação de caatinga arbustiva, bromélias, arvoredos e árvores como a algaroba. De sua abertura, no fundo da paisagem, avista-se a pedra do cachorro e a serra da mina grande, já no município de Buíque, no Vale do Catimbau. Recomendada a visita acompanhada por um guia local.

Atrativos culturais

Igrejas

Igreja de Santo Antônio
Localização: av. Presidente Vargas, s/n, Centro, CEP: 56.580-000
Descrição do atrativo:
A igreja de Santo Antônio data do ano de 1938 e foi construída pela comunidade local. Edificada em alvenaria de tijolo, tem planta retangular com apenas um pavimento. A fachada principal é simples com uma única porta central de acesso, e no alto do frontão vê-se um nicho com o pequeno sino e sobre esse nicho a cruz de madeira. O interior é de nave única, tendo no fundo o altar-mor composto por um nicho principal com a imagem de Santo Antônio. A parede ao fundo é revestida com pedra granito, assim como a mesa de celebração. O templo está situado em meio ao núcleo residencial e comercial, em local de destaque no término da principal avenida, em frente à praça Castro Alves, e aos fundos a praça das crianças.

Arquitetura civil/conjunto arquitetônico

Povoado de Moxotó
Localização: Moxotó
Acesso
Ponto de referência: sede do município
Distância: 54 km
Vias de acesso: sair pela Agrovila 5 e pegar a estrada vicinal do Moxotó.
Transporte: carro de aluguel/auto passeio
Descrição do atrativo:
Antes denominava-se Gameleira, só mais tarde, em 1935 é que foi criado o município do Moxotó. Com a emancipação de Ibimirim a localidade perdeu o lugar de sede, passando a atravessar um processo de esvaziamento. Hoje é um pequeno povoado contando com a igreja de Nossa Senhora da Conceição e um casario mais antigo que a atual sede municipal. A igreja foi construída em alvenaria de tijolo em planta retangular. Seu frontão tem volutas harmoniosas com pináculos na extremidade, lembrando o estilo barroco. Acima do frontão localiza-se uma pequena cruz de madeira. Apresenta dois pavimentos. No térreo, a porta central é ladeada por duas outras que dão acesso aos corredores laterais. À altura do coro vê-se três janelas. Seu interior é de nave única sendo separada dos corredores por arcos plenos. O altar-mor é singelo, feito em madeira por um artesão local. Algumas casas guardam traços construtivos dos princípios do século XX, geminadas e com telhados encobertos por platibandas com adornos.

Povoado do Puiú
Localização: povoado do Puiú
Acesso
Ponto de referência: sede do município
Distância: 46 km
Vias de acesso: sair pela BR-110 no sentido Arcoverde por 26 km e entrar, à direita, na Estrada Vicinal do Puiú por mais 20 km
Descrição do atrativo:
O núcleo do povoado do Puiú é marcado pela igreja de São Sebastião e por um casario térreo e geminado. A igreja teve sua fundação em 1812, mas passou por grande reforma em 1996. Hoje a sua fachada principal apresenta um contrataste entre uma superfície plana ladeada por duas torres com resquícios de influência do colonial. A frente do templo, além do cruzeiro, avista-se um nicho. Entretanto, os maiores atrativos do povoado estão ligados à natureza: lagoa do Puiú, serra e cavernas.

Sítios históricos/científicos

Sítio Arqueológico da Serra do Quiridalho
Localização: Serra do Quiridalho
Acesso
Ponto de referência: sede do município
Distância: 67 km
Vias de acesso: sair pela BR-110 no sentido Arcoverde por 26 km e entrar, à direita, na estrada vicinal do Puiú até o seu povoado. Seguir pela estrada do Quiridalho por 9km e caminhar por mais 2km até a serra.
Descrição do atrativo:
O sítio é formado por diversos abrigos naturais e cavernas onde aparecem grafismos rupestres da tradição agreste, em coloração ocre e amarelo, todos eles situados na face sudoeste da serra. A ambiência é formada pelas formações areníticas que deram gênese à morfologia atual da serra do Quiridalho. A vegetação do entorno do atrativo é dominada por uma caatinga arbustiva; já em suas encostas tem-se bromélia. Recomenda-se visita acompanhada por guia local.

Bibliotecas

Biblioteca pública municipal de Ibimirim
Localização: av. Castro Alves, s/n, Centro. CEP: 56.580-000.
Acesso
Ponto de referência: atrativo urbano
Descrição do atrativo:
Possuindo um acervo total de 6436 livros, a biblioteca têm livros didáticos, literários e paradidáticos.
Telefone: 87 3842 1088 ramal: 211

Gastronomia típica

Alfenim
Ingrediente principal/matéria prima: açúcar
Descrição:
É produzido em época de moagem da cana nos engenhos de açúcar e de rapadura existentes no estado. Seu preparo é feito do mel de engenho ou melado, retirado do fogo antes do ponto da rapadura e trabalhado com as mãos em movimentos de puxa e encolhe até tomar a coloração alva. É moldado em forma de figuras variadas.

Arrubacão
Ingrediente principal/matéria prima: feijão
Descrição:
Trata-se de um dos mais típicos pratos da culinária sertaneja regional e dependendo do município, é conhecido como arrubacão, rubacão, ou baião-de-dois. Consiste em feijão de corda (verde ou seco) e arroz, cozidos juntos e misturados com carne de sol ou de charque assada desfiada e queijo coalho. É servido quente, em panela de barro, acompanhado de paçoca.

Buchada
Ingrediente principal/matéria prima: carne de bode
Descrição:
A buchada, um dos mais tradicionais pratos da cozinha sertaneja, consiste numa espécie de cozido, preparado com o bucho de bode ou carneiro, recheado com um picadinho do sangue coagulado, tripas e fígado, refogado com hortelã, limão, alho, cebola e temperos. É acompanhado de pirão feito com o caldo onde foi cozido, arroz branco, vermelho ou mexido.

Munguzá salgado
Ingrediente principal/matéria prima: milho
Descrição:
Típico da cozinha sertaneja, o munguzá salgado consiste em milho próprio para munguzá, cozido junto com o feijão de corda, pé de porco, carne de charque e temperos. É servido com farinha de mandioca.

Artesanato

Artesanato em madeira
Ingrediente principal/matéria prima: madeira
Descrição:
A produção de artesanato na madeira, seja para transformá-la em escultura, em talha ou em peças utilitárias artisticamente trabalhadas, encontra em Pernambuco uma forte representação. Talhas e esculturas multiplicam-se e marcam presença em mercados, galerias, feiras típicas e principais pontos turísticos do estado. São chaveiros, talhas, objetos utilitários e muitas outras peças singulares que mostram a fecunda dimensão da força criativa de cada local.

Artesanato indígena
Ingrediente principal/matéria prima, palha, semente, dente de animal
Descrição:
São diversos tipos de artefatos decorativos e utilitários, produzidos pelos índios pernambucanos. Merece destaque o belo trançado de palha de Ouricuri. Em diversas formas e tamanhos, a palha natural e/ou colorida é transformada com técnica e habilidade em tapetes, esteiras, bolsas, sacolas, chapéus, etc. A arte plumária também está presente, com a produção de objetos voltados, principalmente, para os rituais e personalização do corpo. São confeccionados, ainda, diversos outros artefatos tais como: chocalhos, feitos com cabaça; colares, pulseiras e brincos feitos com sementes e dentes de animais; arco flecha, etc.

Cestaria e trançados
Ingrediente principal/matéria prima: sisal, coco, palha, caniço,cipó
Descrição:
Também a arte da cestaria e trançados tem expressiva presença em Pernambuco, produzindo através da utilização de fibras naturais (sisal, coco, ouricuri), palhas de diversos tipos, vime, caniços e cipós os mais variados artigos e para os mais diferentes fins: os caçuás, grandes cestas que, lado a lado no dorso dos animais, transportam produtos agrícolas; covos de pescar lagosta, feitos de lascas de cana brava; cestos de pães, de roupa; cestas, esteiras, bolsas, chapéus, abanos, sandálias, chinelas, cordas, descanso para pratos, peneiras, peças decorativas, etc. Outro tipo de trançado e cestaria, vem sendo utilizado em Pernambuco, empregando como matéria-prima o papel (revista e/ou jornal) e a cola.

Tecelagem
Ingrediente principal/matéria prima: tecido
Descrição:
Utilizando teares artesanais, diversas comunidades no estado são organizadas em associações ou cooperativas, e vivem da tecelagem de redes, colchas, mantas, tapetes, passadeiras, ponteiras de peão e outras peças menores. Em Timbaúba, (mocós), Tacaratu (caraibeiras), Camocim de São Félix e Ibimirim estão implantados alguns dos mais significativos núcleos de tecelagem de Pernambuco.

Artesãos

Associação dos Mestres Santeiros de Ibimirim
Endereço: rua Inês Rolim, 124, Lajes, CEP:56.580-000
Principal produto: imagem sacra

Associação dos Santeiros de Ibimirim
Endereço: rua Inês Rolim, 89, Lajes, CEP:56.580-000
Principal produto: imagem sacra

Cacá (Carlos José de Lima)
Endereço: Maloca Baixa da Alexandra - Reserva Indígena Kambiwá
Principal produto: artesanato indígena
Trabalhos: peças em madeira

Cleonice Maria da Silva
Endereço: Maloca Pereiros - Reserva Indígena Kambiwá
Principal produto: cerâmica
Trabalho: peças utilitárias em cerâmica

Damião Manuel da Silva
Endereço: Maloca Baixa da Alexandra - Reserva Indígena Kambiwá
Principal produto: tecelagem
Trabalhos:
- tapetes e redes em tecelagem manual
- talha em madeira

Delson (Adelson Manuel de Lima)
Endereço: Maloca Baixa da Alexandra - reserva indígena Kambiwá
Principal produto: artesanato indígena
Trabalhos:
- peças de plumaria

Edvaldo José da Silva
Endereço: Maloca Pereiros - Reserva Indígena Kambiwá
Principal produto: tecelagem
Trabalhos:
- tapetes e redes em tecelagem manual

Elda (Maria Elda Alves Sobral)
Endereço: Rua Inês Rolim, 30, Lajes, CEP:56.580-000
Principal produto: imagem sacra
Trabalho:
- imagens sacras esculpidas em madeira

Emília Maria de Jesus
Endereço: Maloca Pereiros - Reserva Indígena Kambiwá
Principal produto: artesanato indígena
Trabalhos:
- cestaria, esteiras e peças utilitárias em palha

Gilvan
Endereço: Maloca Baixa da Alexandra - Reserva Indígena Kambiwá
Principal produto: tecelagem
Trabalhos:
- tapetes e redes em tecelagem manual

Humberto Lima de Souza
Endereço: Rua Inês Rolim, 99, Lajes, CEP:56.580-000
Principal produto: imagem sacra
Trabalho:
- imagens sacras esculpidas em madeira

Ivaldo Manoel da Silva
Endereço: Maloca Pereiros - Reserva Indígena Kambiwá
Principal produto: artesanato indígena
Trabalho:
- confecção de aió ( tipo de embornal feito com a fibra do caruá)

José Bezerra de Moura
Endereço: Rua Inês Rolim, 124, Lajes, CEP:56.580-000
Principal produto: imagem sacra
Trabalho:
- imagens sacras esculpidas em madeira

José Damião da Silva
Endereço: Rua Inês Rolim, 453, Lajes, CEP:56.580-000
Principal produto: imagem sacra
Trabalho:
- imagens sacras esculpidas em madeira

José Ivan da Silva
Endereço: Maloca Pereiros - Reserva Indígena Kambiwá
Principal produto: madeira
Trabalho:
- brinquedos em madeira

Josué Pereira
Endereço: Maloca Baixa da Alexandra - Reserva Indígena Kambiwá
Principal produto: artesanato indígena
Trabalhos:
- peças em madeira

Lalinha
Endereço: Maloca Baixa da Alexandra - Reserva Indígena Kambiwá
Principal produto: artesanato indígena
Trabalhos:
- cestaria, esteiras e peças utilitárias em palha

Lucineide
Endereço: Maloca Baixa da Alexandra - Reserva Indígena Kambiwá
Principal produto: tecelagem
Trabalhos:
- redes em tecelagem manual

Manoel Cordeiro de Sá
Endereço: rua Inês Rolim, 20, Lajes, CEP: 56.580-000
Principal produto: imagem sacra
Trabalho:
- imagens sacras esculpidas em madeira

Manuel de Santina
Endereço: Maloca Baixa da Alexandra - Reserva Indígena Kambiwá
Principal produto: artesanato indígena
Trabalhos:
- cestaria, esteiras e peças utilitárias em palha
- plumaria

Maria Aparecida da Silva
Endereço: Maloca Pereiros - Reserva Indígena Kambiwá
Principal produto: artesanato indígena
Trabalhos:
- cestaria, esteiras e peças utilitárias em palha

Maria da Conceição da Silva
Endereço: Maloca Pereiros - Reserva Indígena Kambiwá
Principal produto: artesanato indígena
Trabalhos:
- cestaria, esteiras e peças utilitárias em palha

Maria de Amadeu
Endereço: Maloca Baixa da Alexandra - Reserva Indígena Kambiwá
Principal produto: artesanato indígena
Trabalhos:
- cestaria, esteiras e peças utilitárias em palha

Maria do Carmo da Silva
Endereço: Maloca Pereiros - Reserva Indígena Kambiwá
Principal produto: tecelagem
Trabalhos:
- tapetes e redes em tecelagem manual
- peças utilitárias em cerâmica

Maria José
Endereço: Maloca Baixa da Alexandra - Reserva Indígena Kambiwá
Principal produto: tecelagem
Trabalhos:
- tapetes e redes em tecelagem manual

Nena
Endereço: Maloca Baixa da Alexandra - Reserva Indígena Kambiwá
Principal produto: artesanato indígena
Trabalho:
- cestaria, esteiras e peças utilitárias em palha

Nilza
Endereço: Maloca Baixa da Alexandra - Reserva Indígena Kambiwá
Principal produto: artesanato indígena
Trabalhos:
- cestaria, esteiras e peças utilitárias em palha

Nivaldo Gomes dos Santos
Endereço: Rua Inês Rolim, 174, Lajes, CEP: 56.580-000
Principal produto: imagem sacra
Trabalho:
- imagens sacras esculpidas em madeira

Patrícia
Endereço: Maloca Baixa da Alexandra - Reserva Indígena Kambiwá
Principal produto: artesanato indígena
Trabalhos:
- cestaria, esteiras e peças utilitárias em palha

Paulo José da Silva
Endereço: Maloca Pereiros - Reserva Indígena Kambiwá
Principal produto: artesanato indígena
Trabalho:
- confecção de aió ( tipo de embornal feito com a fibra do caruá)

Saúde
Endereço: Maloca Baixa da Alexandra - Reserva Indígena Kambiwá
Principal produto: tecelagem
Trabalhos:
- tapetes e redes em tecelagem manual

Valdira
Endereço: Maloca Baixa da Alexandra - Reserva Indígena Kambiwá
Principal produto: tecelagem
Trabalhos:
- tapetes e redes em tecelagem manual
- cestaria, esteiras e peças utilitárias em palha

Vanda (Ivanildo Manuel Filho)
Endereço: Maloca Baixa da Alexandra - Reserva Indígena Kambiwá
Principal produto: madeira
Trabalho:
- escultura em madeira

Vanete (Ivan Pereira da Silva)
Endereço: Maloca Baixa da Alexandra - Reserva Indígena Kambiwá
Principal produto: artesanato indígena
Trabalhos:
- peças em madeira
Tipo do atrativo artesãos

Zeza (Maria José Souza de Sá)
Endereço: Rua Inês Rolim, 20, Lajes, CEP: 56.580-000
Principal produto: imagem sacra
Trabalho:
- imagens sacras esculpidas em madeira

Blocos carnavalescos
Descrição:
São agremiações que trazem ao carnaval de Pernambuco o saudosismo, a suavidade e a poesia dos tempos de outrora. O coral, cantando as chamadas “marchas de blocos”, é acompanhado de orquestra formada por instrumentos de “pau e corda”. Apresenta belas fantasias e uma coreografia leve, permitindo o acompanhamento por pessoas de todas as idades. Dentre os blocos que mais se destacam estão o da saudade, o das ilusões, o aurora do amor, o “nem sempre lili toca flauta”, o batutas de São José e o Banhistas do Pina.

Dança de São Gonçalo
Descrição:

A dança de São Gonçalo acontece com maior frequência no mês de janeiro, na área rural do município, onde os devotos desse santo pagam suas promessas dançando e cantando as jornadas tradicionais ao som da zabumba, triângulo e sanfona. Os mais afortunados contratam um grupo de dança, que é composto por homens e mulheres trajando roupas nas cores verde, vermelho e amarelo. O mestre puxa os cânticos e o povo responde. A dança possui semelhança com o coco-de-roda.

Dança do Toré
Descrição:
É uma dança ligada às tradições religiosas indígenas. Nela, homens, mulheres e crianças formam um grupo compacto circular, girando em torno do centro ou de si mesmo. O ritmo da dança é marcado por maracás, pelas fortes batidas dos pés dos dançarinos no terreno e pelo coro de vozes dos participantes.

Forró
Descrição:
A origem da palavra “forró” surgiu como corruptela da expressão inglesa “for-all” (para todos). Segundo o professor e folclorista pernambucano, Valdemar de Oliveira, nas décadas de 1920/30, os ingleses dirigentes da Pernambuco Transways Power Company Limited, juntamente com seus patrícios da Great Western Railway Company, realizavam grandes festas, para as quais eram convidadas figuras importantes da sociedade. Porém, em determinados eventos, os convites eram mais amplos e extensivos aos funcionários das duas empresas. Nessas ocasiões, traziam, no rodapé, a expressão “for all” - promovendo a alegria geral. Sendo uma festa para todos, o forró popularizou-se, numa mistura de baião, samba, xaxado - dentre outras manifestações. Uma das tradições folclóricas mais apreciadas no nordeste, e até no país, é dançado em diversos períodos e festividades, sobretudo durante o ciclo junino, sendo acompanhado por conjunto regional formado de sanfona, triângulo e bombo. Também merece registro o forró estilizado, tocado por instrumental moderno (órgão, guitarra, contrabaixo, bateria, etc.). Em setembro de 2005 o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, instituiu o dia 13 de dezembro como o dia nacional do forró, em homenagem à data de nascimento de Luiz Gonzaga.

Quadrilha
Descrição:
Manifestação folclórica típica do ciclo junino, surgiu como uma sátira às danças palacianas européias. Os casais participantes, divididos em duas alas e vestidos com trajes matutos, desenvolvem uma divertida coreografia ditada pelo “marcador”, ao som de conjuntos regionais e músicas próprias da época. Hoje, observa-se em vários municípios do estado uma mudança na estrutura original da quadrilha - no nível da indumentária (incluindo um guarda-roupa mais rico e com características do apresentado pelo folclore gaúcho), da coreografia e do repertório musical, que passou a ser mais amplo e não necessariamente relativo ao período.

Grupos Folclóricos

Dança de São Gonçalo do Moxotó
Endereço: rua Irineu de Carvalho, s/n, Centro,
Local de ocorrência: distrito do Moxotó, CEP: 56.580-000

Dança de São Gonçalo de Pereiro
Local de ocorrência: Aldeia do Pereiro - Reserva Kambiwá

Kaoanes (Grupo de Danças Indígenas)
Endereço: av. Presidente Vargas, s/n, Lajes, CEP: 56.580-000

Feiras e mercados
Atrativo: Feira Livre de Ibimirim
Local de ocorrência: principais ruas do centro
Época/duração/periodicidade: sábados / semanalmente
Descrição do atrativo:
A feira reúne os mais variados itens. São comercializados diversos produtos alimentícios como: verduras, cereais, legumes, doces; e mais: plantas, ervas e raízes medicinais; artigos do vestuário masculino, feminino e infantil; assim como calçados. São vendidos também utensílios domésticos em plástico, metal, vidro, barro e louça, e ferramentas para a agricultura. Todos os produtos estão dispostos em mais de cem barracas, alguns tabuleiros e mercadorias dispostas no chão. A feira tem como “point” a barraca de dona Teté com seus quitutes. Ela começa a funcionar na noite da sexta-feira, sendo frequentada por jovens e barraqueiros, e segue durante todo o dia do sábado.

Artistas populares/ bandas musicais

Bira Delgado e Banda Matos
Endereço: Av. Manoel Vicente, 247, Centro.
E-mail: biradelgado@terra.com.br ou ubireval@terra.com.br

Rezadeiras/benzedeiras

Elias Kapinawá
Endereço: Sítio Belo Vista, CEP: 56580-000

Rafael
Endereço: estrada do Puiú, km 10

Festas populares e religiosas

Festa de Santa Bárbara
Local de ocorrência: diversos
Época/duração/periodicidade: 4 de dezembro / anualmente
Descrição do atrativo:
Inicia na Maloca da Baixa da Alexandra, reserva indígena da etnia Kapinawá, segue para o sede municipal de Ibimirim até a Igreja de Santo Antônio e retorna para a área da reserva.

Festa de Santo Antônio
Local de ocorrência: praça Castro Alves
Época/duração/periodicidade: 01 a 12 de junho / 12 dias / anualmente
Descrição do atrativo:
A festa do padroeiro é composta por eventos tradicionais da religião católica, além de divertimentos como parque de diversão, leilões, fogos de artifício e shows noturnos. Cada noite é dedicada a um segmento da sociedade, que irá se esmerar para que a sua participação seja a mais bonita. A procissão, no dia 12, é seguida de missa campal que encerra as comemorações. O evento é promovido pela igreja com o apoio da prefeitura municipal de Ibimirim.

Festa de São Francisco de Assis (Reserva Indígena Kambiwá - Ibimirim)
Local de ocorrência: Igreja São Francisco - Baixa da Alexandra
Época/duração/periodicidade: 01 a 04 de outubro / 04 dias / anual
Descrição do atrativo:
A Reserva Indígena Kambiwá é composta por sete malocas (aldeias), cada maloca tem seu padroeiro. A Maloca Baixa da Alexandra tem em São Francisco seu santo protetor. Por ser realizada na aldeia principal, a festa recebe um maior número de fiéis. Composta exclusivamente por manifestações tradicionais da religião católica, todas as noites acontece uma “novena” cantada, acompanhada por zabumba e pífanos. No último dia é realizada a missa solene que, aproveitando a presença do padre, concentra a realização de sacramentos católicos, tais como casamentos e batizados dos indígenas.

Festa de São Sebastião do Puiú
Endereço: Vila do Puiú, CEP: 56580-000
Local de ocorrência: Igreja de São Sebastião e arredores
Época/duração/periodicidade: janeiro / 9 dias / anualmente
Descrição do atrativo:
A festa de São Sebastião é composta por eventos tradicionais da religião católica, além de divertimentos como parque de diversão, leilões, fogos de artifício e shows. A procissão, no dia 19, é seguida de missa que encerra as comemorações. O evento é promovido pela igreja com o apoio da comunidade e da prefeitura municipal de Ibimirim.

Festa do Arroz Doce
Local de ocorrência: Sítio Bela Vista
Época/duração/periodicidade: 27 de setembro / 1 dia / anualmente
Descrição do atrativo:
A festa de cunho sincrético é uma das mais concorridas do município. Promovida pelo sr. Elias, de etnia Kapinawá e conhecido benzedeiro, o evento acontece em louvor aos santos Cosme e Damião. Usando as indumentárias indígenas, ele comanda o toré - tradicional ritual mantido pelos Kapinawá. O nome da festa vem da principal gastronomia servida: arroz-doce acompanhado de bebida preparada com o fruto da “jurema preta”.

Festa do Sagrado Coração de Jesus
Endereço: distrito de Moxotó
Local de ocorrência: igreja e arredores
Época/duração/periodicidade: agosto / anualmente
Descrição do atrativo:
A festa em devoção ao Sagrado Coração de Jesus é composta por eventos tradicionais da religião católica como novenário, além de divertimentos como parque de diversão, leilões, fogos de artifício e shows. A procissão é seguida de missa campal que encerra as comemorações. O evento é promovido pela igreja com o apoio da comunidade e da prefeitura municipal de Ibimirim.

Ritual Indígena do Aricuri ou Ouricuri
Local de ocorrência: Serra Negra
Época/duração/periodicidade: 10 a 20 de outubro / 11 dias / anual
Descrição do atrativo:
A tribo Kambiwá conserva muitos dos costumes de seus ancestrais. Entre eles o ritual do Aricuri. Os preparativos têm início 40 dias antes com os rituais de purificação que incluem abstinência sexual e cuidados alimentares. No dia 10 de outubro os índios se deslocam para a serra negra onde montam acampamento, no local conhecido como aldeia velha, lá permanecendo até o dia 20. A Serra Negra, reserva biológica, está localizada a 30km da área demarcada para os Kambiwás mas, por ser local sagrado dos índios, estes pedem autorização do IBAMA para utilizá-la, temporariamente. Durante o período, quando também acontecem os rituais do toré e do praiá, alguns homens da tribo são escolhidos pelo pajé para ficarem recolhidos no “local sagrado”, localizado a 1 km da aldeia velha, para a prática de rituais religiosos e secretos. O que lá acontece é fechado à participação dos demais. Aos estranhos, desde que convidados, é permitido assistir as manifestações que ocorrem no acampamento da aldeia velha.

Ritual Indígena do Praiá
Local de ocorrência: reserva indígena Kambiwá
Época/duração/periodicidade: diversas
Descrição do atrativo:
O praiá é um ritual ancestral mantido pelo grupo indígena Kambiwá. Segundo o pajé, é a força maior e o sustentáculo da tribo. Nos dias determinados os índios colocam seus adornos e se dirigem para um terreiro na maloca da Baixa da Alexandra, do Nazário ou de Pereiros. Os praiá ou “moço de folguedo” são escolhidos um determinado número de preparados dentro das tradições religiosas e das forças encantadas. Estes homens se recolhem ao “poró”, quarto ou qualquer local fechado e reservado. Após os rituais secretos, saem para o terreiro usando vestimentas de fibra de caruá adornada com penas de peru. Completamente encobertos, torna-se impossível reconhecer quem está usando. Durante o ritual eles dançam e cantam em idioma indígena, sendo acompanhados por maracás e uma espécie de flauta. Dependendo das necessidades e das condições da tribo, poderá ocorrer com meses de intervalo entre um “dia do praiá” e outro. Caso um dos “moços do folguedo” venha a falecer, este intervalo será ampliado.
Contato: Damião José do Nascimento (Pajé)
Telefone: 87 3840 1801

Ritual Indígena do Toré
Local de ocorrência: Reserva Indígena Kambiwa
Época/duração/periodicidade: diversas
Descrição do atrativo:
O toré é um ritual ancestral mantido pelos índios kambiwás. Pode acontecer em qualquer época do ano, dependendo da disposição ou dos dias festivos da comunidade. Embora o ritual ocorra nas malocas (aldeias) que compõem a tribo, é na Baixa da Alexandra, a aldeia principal, que acontece mais regularmente. Reunidos em torno de um cruzeiro, dançam homens, mulheres e crianças, participando suas tradições religiosas, venerando os encantados e as forças da natureza. Acompanhados por maracás, cantam e dançam formando um compacto grupo circular, girando em torno do centro ou de si mesmo. Usando saiotes de fibra de caruá e adornos, pisam o chão fortemente, marcando o ritmo da dança. O toré costuma agregar seu maior número de participantes na comemoração ao dia do índio, 19 de abril. Neste dia os pertencentes à maloca do Nazário costumam se dirigir para “os caldeirões” local mais afastado em meio a caatinga.
Contato: Damião José do Nascimento (Pajé)
Telefone: 87 38401802

Engenhos

Brejinho
Localização: povoado do Moxotó
Acesso
Ponto de referência: sede do município
Distância: 54 km
Vias de acesso: sair pela Agrovila 5 e pegar a estrada vicinal do Moxotó.
Transporte: carro de aluguel / auto-passeio
Descrição do atrativo:
Atualmente desativado, pode voltar a funcionamento com moenda movida à tração animal. Esta técnica foi muito empregada, na época da colonização e depois superada pela roda d’água. A moenda movida à tração animal pode ser descrita da seguinte forma: é erguida uma estrutura em madeira que tem no centro um eixo espiral. Na extremidade superior é colocada uma trave longa e arqueada que chega até a altura do pescoço do boi. Ao comando do dono, os animais passam a andar em círculos, movendo a moenda que é composta por dois grossos cilindros de ferro dispostos na horizontal e, paralelos um ao outro. A medida que os cilindros giram, a cana-de-açúcar vai sendo colocada entre eles, obtendo-se o caldo. O caldo escorre para uma grande gamela de cimento. Daí é levado para o cozimento em tachos de cobre colocados na boca do forno contínuo, que, geralmente, tem cinco bocas sendo alimentado com lenha e bagaço de cana. Após o caldo ferver obtém-se o mel. Este deve ser apurado até o ponto de rapadura. Dali é retirado e colocado em gamelas de madeira passando a ser trabalhado. Só depois irá para a forma de rapadura, onde permanece por média de duas horas. Apesar de estar em processo de ruínas, o atrativo tem condições de ser recuperado e voltar a funcionar.

Engenho da sra. Lídia - Engenho de Rapadura
Localização: Povoado do Puiú
Acesso
Ponto de referência: sede do município
Distância: 38 km
Vias de acesso: sair pela BR-110 no sentido de Arcoverde por 26km e entrar, à direita, na estrada vicinal do Puiú
Transporte: carro de aluguel / auto-passeio
Descrição do atrativo:
Atualmente desativado, pode voltar a funcionamento com moenda movida à tração animal. Esta técnica foi muito empregada, na época da colonização e depois superada pela roda d’água. A moenda movida à tração animal pode ser descrita da seguinte forma: é erguida uma estrutura em madeira que tem no centro um eixo espiral. Na extremidade superior é colocada uma trave longa e arqueada que chega até a altura do pescoço do boi. Ao comando do dono, os animais passam a andar em círculos, movendo a moenda que é composta por dois grossos cilindros de ferro dispostos na horizontal e, paralelos um ao outro. A medida que os cilindros giram, a cana-de-açúcar vai sendo colocada entre eles, obtendo-se o caldo. O caldo escorre para uma grande gamela de cimento. Daí é levado para o cozimento em tachos de cobre colocados na boca do forno contínuo, que, geralmente, tem cinco bocas sendo alimentado com lenha e bagaço de cana. Após o caldo ferver obtém-se o mel. Este deve ser apurado até o ponto de rapadura. Dali é retirado e colocado em gamelas de madeira passando a ser trabalhado. Só depois irá para a forma de rapadura, onde permanece por média de duas horas. Apesar de estar em processo de ruínas, o atrativo tem condições de ser recuperado e voltar a funcionar.

Engenho do sr. Naposiano - Engenho de Rapadura
Localização: povoado do Puiú
Acesso
Ponto de referência: sede do município
Distância: 38 km
Vias de acesso: sair pela BR-110 no sentido de Arcoverde por 26km e entrar, à direita, a estrada Vicinal do Puiú
Transporte: carro de aluguel / auto-passeio
Descrição do atrativo:
Atualmente desativado, pode voltar a funcionamento com moenda movida à tração animal. Esta técnica foi muito empregada, na época da colonização e depois superada pela roda d’água. A moenda movida à tração animal pode ser descrita da seguinte forma: é erguida uma estrutura em madeira que tem no centro um eixo espiral. Na extremidade superior é colocada uma trave longa e arqueada que chega até a altura do pescoço do boi. Ao comando do dono, os animais passam a andar em círculos, movendo a moenda que é composta por dois grossos cilindros de ferro dispostos na horizontal e, paralelos um ao outro. À medida que os cilindros giram, a cana-de-açúcar vai sendo colocada entre eles, obtendo-se o caldo. O caldo escorre para uma grande gamela de cimento. Daí é levado para o cozimento em tachos de cobre colocados na boca do forno contínuo, que, geralmente, tem cinco bocas, sendo alimentado com lenha e bagaço de cana. Após o caldo ferver obtém-se o mel. Este deve ser apurado até o ponto de rapadura. Dali é retirado e colocado em gamelas de madeira passando a ser trabalhado. Só depois irá para a forma de rapadura, onde permanece por média de duas horas. Apesar de estar em processo de ruínas, o atrativo tem condições de ser recuperado e voltar a funcionar.

Gameleira de Cima da sra. Alzira Calumbi - Engenho de Rapadura
Localização: Gameleira de Cima - povoado do Moxotó
Acesso
Ponto de referência: sede do município
Distância: 55 km
Vias de acesso: sair pela Agrovila 5 e pegar a estrada vicinal do Moxotó por 54km, seguir pela estrada da Gameleira de cima por mais 1km
Transporte: carro de aluguel / auto-passeio
Descrição do atrativo:
Atualmente desativado, pode voltar a funcionamento com moenda movida à tração animal. Esta técnica foi muito empregada, na época da colonização e depois superada pela roda d’água. A moenda movida à tração animal pode ser descrita da seguinte forma: é erguida uma estrutura em madeira que tem no centro um eixo espiral. Na extremidade superior é colocada uma trave longa e arqueada que chega até a altura do pescoço do boi. Ao comando do dono, os animais passam a andar em círculos, movendo a moenda que é composta por dois grossos cilindros de ferro dispostos na horizontal e, paralelos um ao outro. À medida que os cilindros giram, a cana-de-açúcar vai sendo colocada entre eles, obtendo-se o caldo. O caldo escorre para uma grande gamela de cimento. Daí é levado para o cozimento em tachos de cobre colocados na boca do forno contínuo, que, geralmente, tem cinco bocas sendo alimentado com lenha e bagaço de cana. Após o caldo ferver obtém-se o mel. Este deve ser apurado até o ponto de rapadura. Dali é retirado e colocado em gamelas de madeira passando a ser trabalhado. Só depois irá para a forma de rapadura, onde permanece por média de duas horas. Apesar de estar em processo de ruínas, o atrativo tem condições de ser recuperado e voltar a funcionar.

Gameleira de Cima do sr. Jair Lima - Engenho de Rapadura
Localização: Gameleira de Cima - Povoado de Moxotó
Acesso
Ponto de referência: sede do município
distância: 55 km
Vias de acesso: sair pela Agrovila 5 e pegar a estrada vicinal do Moxotó por 54km, seguir pela estrada da Gameleira de Cima por mais 1km
Transporte: carro de aluguel / auto-passeio
Descrição do atrativo:
Atualmente desativado, pode voltar a funcionamento com moenda movida à tração animal. Esta técnica foi muito empregada, na época da colonização e depois superada pela roda d’água. A moenda movida à tração animal pode ser descrita da seguinte forma: é erguida uma estrutura em madeira que tem no centro um eixo espiral. Na extremidade superior é colocada uma trave longa e arqueada que chega até a altura do pescoço do boi. Ao comando do dono, os animais passam a andar em círculos, movendo a moenda que é composta por dois grossos cilindros de ferro dispostos na horizontal e, paralelos um ao outro. À medida que os cilindros giram, a cana-de-açúcar vai sendo colocada entre eles, obtendo-se o caldo. O caldo escorre para uma grande gamela de cimento. Daí é levado para o cozimento em tachos de cobre colocados na boca do forno contínuo, que, geralmente, tem cinco bocas sendo alimentado com lenha e bagaço de cana. Após o caldo ferver obtém-se o mel. Este deve ser apurado até o ponto de rapadura. Dali é retirado e colocado em gamelas de madeira passando a ser trabalhado. Só depois irá para a forma de rapadura, onde permanece por média de duas horas. Apesar de estar em processo de ruínas, o atrativo tem condições de ser recuperado e voltar a funcionar.

Gameleira de Cima do sr. Severino Rocha - Engenho de Rapadura
Localização: Gameleira de Cima - Povoado do Moxotó
Acesso
Ponto de referência: sede do município
Distância: 55 km
Vias de acesso: sair pela Agrovila 5 e pegar a estrada vicinal do Moxotó por 54km, seguir pela estrada da gameleira de cima por mais 1km.
Transporte: carro de aluguel / auto-passeio
Descrição do atrativo:
Atualmente desativado, pode voltar a funcionamento com moenda movida à tração animal. Esta técnica foi muito empregada, na época da colonização e depois superada pela roda d’água. A moenda movida à tração animal pode ser descrita da seguinte forma: é erguida uma estrutura em madeira, que tem no centro um eixo espiral. Na extremidade superior é colocada uma trave longa e arqueada que chega até a altura do pescoço do boi. Ao comando do dono, os animais passam a andar em círculos, movendo a moenda que é composta por dois grossos cilindros de ferro dispostos na horizontal e, paralelos um ao outro. À medida que os cilindros giram, a cana-de-açúcar vai sendo colocada entre eles, obtendo-se o caldo. O caldo escorre para uma grande gamela de cimento. Daí é levado para o cozimento em tachos de cobre colocados na boca do forno contínuo, que, geralmente, tem cinco bocas sendo alimentado com lenha e bagaço de cana. Após o caldo ferver obtém-se o mel. Este deve ser apurado até o ponto de rapadura. Dali é retirado e colocado em gamelas de madeira passando a ser trabalhado. Só depois irá para a forma de rapadura, onde permanece por média de duas horas. Apesar de estar em processo de ruínas, o atrativo tem condições de ser recuperado e voltar a funcionar.

Casas de Farinhas

Casa de Farinha da Maloca Baixa da Alexandra
Localização: Maloca Baixa da Alexandra - Reserva Indígena Kambiwá.
Acesso
Ponto de referência: sede do município
Distância: 23 km
Vias de acesso: tomar a estrada vicinal de Paulo Afonso e seguir por 23km.
Transporte: auto-passeio
Descrição do atrativo:
De uso comunitário, a casa de farinha tem sua ambiência marcada pelo casario singelo da principal maloca (aldeia) da reserva indígena Kambiwá. Construída em alvenaria de tijolos, possui forno, prensa e todo equipamento necessário à produção, dentro de uma técnica parcialmente mecanizada, do beiju, da massa e da farinha de mandioca.

Casa de Farinha da Maloca Pereiros
Localização: Maloca Pereiros - Reserva Indígena Kambiwá.
Acesso
Ponto de referência: sede do município
Distância: 23,6 km
Vias de acesso: tomar a estrada de Paulo Afonso e após 17km, no Nazário, tomar à esquerda a estrada de Pereiros por mais 6,6km. Todo o percurso não é pavimentado.
Transporte: auto-passeio
Descrição do atrativo:
De uso comunitário, a casa de farinha tem sua ambiência marcada pelo casario singelo da maloca (aldeia) Pereiros, integrante da Reserva Indígena Kambiwá. Construída em alvenaria de tijolos, possui forno, prensa e todo equipamento necessário à produção, dentro de uma técnica parcialmente mecanizada, do beiju, da massa e da farinha de mandioca.

Açudes e barragens

Açude Poço da Cruz
Localização: povoado Poço da Cruz
Acesso
Ponto de referência: sede do município
Distância: 5,6 km
Vias de acesso: pegar a BR-110, sentido Arcoverde e após 2km entrar à esquerda na estrada Vicinal do Poço da Cruz por mais 3,6km
Transporte: carro de aluguel / auto-passeio
Descrição do atrativo:
Formado pelo represamento das águas do rio Moxotó, tem uma capacidade de armazenamento de 505 milhões de m3  d’água e seu sangradouro tem uma extensão de aproximadamente 650m. Suas margens são cobertas por uma vegetação rasteira e de caatinga arbustiva, além de áreas de cultivo irrigado, tanto de subsistência como para comercialização. Do alto do seu muro de contensão avista-se boa parte da região que lhe entorna, formada por uma paisagem de suaves ondulações.

Centros de pesquisas/estações experimentais
IPA - Estação Experimental de Ibimirim
rua Alexandre Emerencio, 40, Alto da Boa Vista, CEP: 56.580-000.
Acesso
Descrição do atrativo:
A unidade do IPA de Ibimirim trabalha basicamente com o beneficiamento de sementes e experimentos em fruticultura, onde se desenvolve experimentos em fruticultura com goiaba, graviola, pinha, sapoti, acerola, pitanga, manga, carambola, romã e acerola. Tem-se, também, os experimentos com palmas frutíferas, onde se tem 84 variedades, onde se trabalha, inclusive, com mudas. As sementes que passam pelo beneficiamento são milho, feijão, arroz, sorgo forrageiro e sorgo granífero.
Telefone: 87 3842 1169

Praças/parques

Praça Castro Alves
Localização: av. Presidente Vargas, Centro
Descrição do atrativo:
A praça é bastante frequentada em qualquer hora do dia, principalmente durante a noite. Na verdade, trata-se de um calçadão que divide ao meio a Avenida Presidente Vargas. Arborizada em toda a sua extensão, apresenta bancos em granito pintado. Situa-se em meio ao núcleo urbano comercial e residencial, na principal via urbana e em frente à igreja de Santo Antônio.

Praça das Crianças
Localização: Centro
Descrição do atrativo:
Situada em meio ao núcleo urbano e aos fundos da Igreja de Santo Antônio, a praça é frequentada pelas crianças em virtude dos seus brinquedos, assim como por adultos que utilizam suas mesas com bancos em cimento para jogos como dominó e damas.

Aldeamentos indígenas

Indígena Kambiwá
Localização: Baixa da Alexandra - Reserva Indígena Kambiwá
Acesso
Ponto de referência: sede do município
Distância: 22,9 km
Vias de acesso: sair pela av. Castro Alves e tomar a estrada vicinal de Paulo Afonso.
Transporte: auto-passeio
Descrição do atrativo:
Os Kambiwá vivem em sistema de aldeamento ocupando uma área de 31.495,31 ha. Além de Ibimirim, esta área ocupa terras dos municípios de Inajá e Floresta. São as seguintes malocas (aldeias): Nazário, Baixa da Alexandra, Pereiros, Tiá, Faveleira, Realengo, Serra do Periquito e Serra Negra. A etnia se reúne para o toré e o praiá, praticando suas tradições religiosas, venerando os “encantados” e reverenciando seus mortos. Cerimônias mais reservadas como o Aricuri (Ouricuri), quando a tribo se recolhe durante 10 dias do mês de outubro, são praticadas na reserva biológica da Serra Negra. A Baixa da Alexandra, Maloca sede, tem São Francisco como padroeiro para quem ergueram uma igreja e realizam festa de 01 a 04 de outubro. Santa Bárbara é festejada em 4 de dezembro. O grupo sobrevive da agricultura de subsistência e da confecção, em pequena escala, do artesanato. A extração do mel de abelha e a caça constituem atividades complementares. As visitas devem ser feitas com autorização do posto da FUNAI.

Grupo Indígena Kapinawá
Localização: povoado do Puiú, CEP: 56580-000
Acesso
Ponto de referência: sede do município
Distância: 46 km
Vias de acesso: sair pela BR-110 no sentido Arcoverde por 26 km e entrar, à direita, na estrada Vicinal do Puiú por mais 20 km.
Transporte: veículo utilitário
Descrição do atrativo:
Os Kapinawá vivem em sistema de aldeamento, com uma população indígena de aproximadamente ocupando uma área de aproximadamente 12.260 ha. Além do município de Ibimirim, esta área ocupa terras dos municípios de Tupanatinga e Buíque. Mina Grande, a principal aldeia, localiza-se em Buíque. As aldeias da etnia situadas em Ibimirim são: Santa Rosa, Lagoa do Puiú e Quiridalho. Em Santa Rosa costumam dançar o toré mensalmente. É em mina grande, tronco membro, que a comunidade se reúne para praticar suas mais tradicionais manifestações religiosas, venerar os “encantados” e reverenciar seus mortos. Geralmente aos sábados à noite, reunidos em volta do cruzeiro da igreja, dançam o toré e o samba de coco. Cerimônias mais reservadas são praticadas no terreiro de toré e na furna da serra grande. São devotos de nossa senhora que é venerada durante todo o mês de maio. O santo protetor é São Sebastião, para quem ergueram uma igreja e de 22 a 30 de janeiro, realizam festa. As visitas devem acontecer com autorização prévia do posto da Funai.

Espaços culturais

Ponto de Cultura: Perpetuação Cultural da Arte Santeira de Ibimirim
Localização: av. Inês Rolim, 89, Bairro de Lajes, CEP: 56590-000
Acesso
Ponto de referência: sede do município
Descrição do atrativo:
Maior destaque em vigor na política cultural implantada pelo Ministério da Cultura o “cultura viva” tem nos “pontos de cultura” a sua ação prioritária. Os pontos são selecionados por meio de edital público, priorizando a revitalização de centros culturais constituídos por grupos já existentes, e que desenvolvam projetos comunitários. O ponto de Ibimirim visa a perpetuação cultural da arte santeira do município, por meio de diversas atividades desenvolvidas promover a formação e divulgação de novos artesãos, além de sensibilizar para o cultivo e o manejo da árvore de umburana de cambão, que tem sua madeira utilizada pelos artesãos.
Contato: 87 - 38421578
E-mail: manoelezezasanteirosibimirim@hotmail.com

Agrovilas

Agrovilas do projeto de irrigação do Poço da Cruz
Localização: área rural
Acesso
Ponto de referência
Descrição do atrativo:
Projeto de irrigação e assentamento de famílias. A maioria das casas são em alvenaria, algumas possuem jardins. O casario está disposto ao longo de vias em geral não pavimentadas. Tem-se a presença de alguns equipamentos e serviços urbanos como pequenas igrejas e praças, bares e restaurantes simples, mercadinho, por vezes sorveteria e escola. A população ocupa-se na manutenção dos equipamentos de irrigação, no plantio e na colheita de frutas. Os principais produtos colhidos são tomate, feijão, goiaba, mandioca, milho e outras culturas.



FOTOS